Este blog fala sobre animais selvagens ,porque eu gosto da vida selvagens e de aventuras por causa dos animais tipo: leão, urso, cobras, aranhas etc... Este blog tambe fala mais de especies diferentes.
Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Animais em reprodução

Como a maioria dos animais, os ursos polares se acasalam na primavera. Os cientistas não têm certeza de como os machos maduros sexualmente encontram fêmeas que estão prontas para acasalar. As fêmeas de ursos marrons parecem deixar um rastro de cheiro para os machos seguirem. Esse também pode ser o caso dos ursos polares.

As fêmeas normalmente são bem-sucedidas no acasalamento entre as idades de seis e oito anos. Elas têm apenas cerca de cinco ninhadas durante sua vida, o que é uma das taxas de reprodução mais baixas entre os mamíferos. As fêmeas só se acasalam por poucos anos, assim os machos precisam competir ferozmente por uma fêmea para acasalar. Quando os ursos machos lutam por uma fêmea, o desafiante abaixa a cabeça, põe as orelhas para trás e abre totalmente sua boca, rugindo e exibindo os dentes. Os ursos polares raramente lutam até a morte pelos direitos de acasalamento; o urso mais fraco normalmente cede após um ferimento.

 

As fêmeas de urso polar na realidade não entram no cio da maneira que outros mamíferos fazem. Elas são ovuladoras induzidas, o que significa que o próprio intercurso é que faz seus ovários liberarem um óvulo. A ovulação não acontece imediatamente e pode ser preciso várias tentativas antes de ocorrer um acasalamento bem-sucedido. Depois de acasalar, o casal permanece junto por cerca de uma semana antes de se separar. Os ursos polares não são animais monógamos - um macho forte pode fecundar várias fêmeas em uma estação.
Como a maioria dos aspectos da vida do urso polar, o processo de gestação é ligado à conservação de energia. Uma fêmea grávida se alimenta bastante na primavera para aumentar suas reservas de gordura e se preparar para um repouso para então, dar à luz no Outono. Na toca, apenas os filhotes comem, consumindo o leite materno com alto teor de gordura durante seus primeiros meses de vida.
No final do Outono, a fêmea cava uma caverna em um monte de neve ou mesmo numa encosta de montanha bem perto do gelo do mar ou no próprio gelo do mar. Essa toca é protegida do vento e fornece um lugar seguro para dormir. No começo do inverno, a fêmea dá à luz após um período de gestação aproximado de oito meses [fonte: SeaWorld (em inglês)]. No entanto, leva apenas quatro meses para o futuro filhote realmente se desenvolver. Durante os primeiros quatro meses de gestação, o embrião permanece inativo no útero enquanto a mãe ganha o peso (cerca de 200 quilos) que vai precisar para garantir o desenvolvimento e a alimentação adequada após o nascimento.

 



publicado por animais-selvagens às 09:19
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Ursos Pardo

 

O urso-pardo (Ursus arctos) é um mamíferocarnívoro da família dos ursinhos, o único predador natural é o tigre que algumas vezes o caça em algumas das regiões que os dois habitam na Ásia.



publicado por animais-selvagens às 08:37
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Perigo de Extinção

 

O mundo todo convive com o problema das espécies ameaçadas. Na Ásia, na Oceânia, no Pólo Norte, grupos ambientalistas também seguem lutando para garantir o direito à vida de diversos animais, que correm risco de extinção por variados motivos.

 

Cem quilos. Um metro e meio de altura. E um ar de fragilidade tão encantador que fez do panda gigante um dos animais mais queridos por crianças e adultos de todo mundo. Solitário, ele é encontrado nas florestas de bambu da China. O avanço da agricultura, porém, vem diminuindo cada vez mais espaço desse tipo de floresta naquele país, colocando a panda gigante na lista de animais muito ameaçados. Sua sobrevivência depende da conservação das florestas, caso contrário será extinto em poucas décadas.

 

    



publicado por animais-selvagens às 09:14
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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Ursos ferozes

 

De todas as formas nas quais os ursos são maltratados ao redor do mundo, o exporte medieval “bear baiting” ou “urso feroz” é o mais bárbaro e imoral. A colocação de Bull terrier machos contra os ursos impõe sofrimento em ambos os animais. Esta actividade que já foi difundida na Europa, agora é encontrada somente nas partes rurais do Paquistão. Após cinco anos de campanha, há sinais de que a prática do bear baiting será banida desse local.

O Bear baiting foi ilegal no Paquistão durante mais de 100 anos, mas a primeira investigação da WSPA feita em 1993, achou evidências de 80 competições diferentes envolvendo 300 ursos. O especialista em vida selvagem do Paquistão, Inayat Chaudry, que se encarregou  da inspecção, descobriu um grupo de caçadores, traficantes da vida selvagem, ciganos, donos de ursos e proprietários de terra que permitiram que o bear baiting prosperasse. E ele revelou como os ursos cujos dentes e garras foram removidos, ficavam realmente sem defesa contra ataques de oito cães em um dia. Os eventos são organizados com o apoio das autoridades locais e dignitários, em grande parte porque os maiores organizadores das brigas são proprietários rurais que têm grande poder no Paquistão. Eles criam e treinam bull terrier machos e ganham prestígio por possuir os animais mais ferozes. Os ursos pertencem a um grupo de ciganos, conhecidos como kalanders, queespecializaram-se em treinar os animais. Os ciganos são pagos pelos proprietários das terras para trazerem os ursos para as competições. No total, Chaudry identificou 2,400 brigas distintas em várias competições e todas elas aconteceram entre Dezembro e Março.
 
Como resultado da publicação do relatório feito, o governo decretou que todas as autoridades locais deveriam fazer cumprir a proibição da prática do bear baiting. Uma vigilância rigorosa foi colocada nas aldeias durante a estação seguinte e vários eventos foram descobertos e deveriam ser cancelados. Porém a proibição não estava completa e durante o inverno de 1995 a WSPA descobriu que mais eventos estavam acontecendo. No ano seguinte uma nova investigação foi montada.O Investigador de campo, John Joseph que está conduzindo a campanha da WSPA para parar o bear baiting, testemunhou a crueldade. "Em um evento o nariz de um urso foi mordido até quase chegar ao osso. A cicatriz enorme que ele tinha foi imediatamente arrancada pela mordida do primeiro ataque de dois cães, o que fez com que começasse a sangrar muito. Inacreditavelmente, o urso lutou contra os dois primeiros cães e suportou três turnos adicionais antes de sucumbir". Em outro evento John viu um urso jovem que estava sendo lançado pela primeira vez contra os cães. " Ele caiu quase que imediatamente ao solo e gritava à medida que os cães travavam as mandíbulas em seu focinho. Os organizadores levaram mais de um minuto para separar os animais". Crucialmente, a investigação mostrou que muitos eventos ainda estavam acontecendo com a total complacência da polícia e das autoridades locais. 
 

 


publicado por animais-selvagens às 09:53
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Ursos

Os ursos polares estão a encolher e a mudar de forma.Os investigadores associam essa mudança à redução do gelo e ao aumento de poluição.

Outras causas serão o aumento do esforço necessário para arranjar comida e a escassa diversidade genética.


O investigador Cino Pertoldi, professor de Biologia da Universidade de Aarhus (Dinamarca) e da Academia de Ciências Polaca, que orienta o estudo, explica que como o gelo está a derreter, os ursos têm de utilizar muita mais energia para caçar.

A equipa de cientistas descobriu também diferenças na forma dos crânios dos ursos em diferentes períodos. Pertoldi afirma que para já não é possível determinar a causa desta diferença.

No entanto, parece estar ligada a questões ambientais e aos altos níveis de poluentes presentes actualmente no Ártico e, inclusive, nos próprios ursos.

O estudo comparou dois grupos de ursos, ao todo 300 crânios. As amostras deram informações acerca do desenvolvimento dos ursos ao longo de um século.

Nestes cem anos os níveis de gelo e de poluição mudaram bastante. Os crânios dos ursos mais recentes são entre dois e nove por cento mais pequenos do que os do início do século.

 



publicado por animais-selvagens às 09:41
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